Quando a morte nos surpreende sempre questionamos ao PAI.
Quando a morte nos demonstra que somos pequenos sentimo-nos
fraquezas humanas, derrotadas por forças invisíveis.
Mas quando temos alegrias, boas surpresas, virtudes não questionamos
ao PAI porque não dá isso a outro.
Somos egoístas, somos indignos, somos cegos diante da verdadeira
vida que temos, do mundo que nos cerca e das nossas fraquezas humanas.
Temos apenas que pedir ao PAI que tenha piedade.
Por ele ter tanta, é que ainda conseguimos sorrir.
É por ele ter tanta, que não nos deixará parar
de chorar, para sempre lembrarmos
que somos fracos, inferiores e
apesar disso seus filhos.